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2020 A nossa seleção: 54 vinhos para « Vinho bio » na Maremma toscana — fichas detalhadas, avaliações e reserva direta.
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2020
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2021 Tosco O detalhe que distingue este Bolgheri Rosso 2021 é o seu estágio repartido entre barricas e cubas de cimento, após uma fermentação em aço — uma escolha que acompanha o seu lote de Merlot, Petit Verdot e Cabernet Franc. A ter em mente se quiseres descobrir Bolgheri com uma abordagem bio da propriedade.
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2021 Tosco Com 30 % de Petit Verdot no lote e 12 a 18 meses de estágio após fermentação em cuba de aço, este Bolgheri Rosso 2021 tem uma verdadeira assinatura. Guarda-o em mente para um cinghiale in umido: eis uma harmonização com carácter!
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2021 Tosco Este Bolgheri Rosso 2021 tem um assemblage bem próprio : 50 % Merlot, 30 % Petit Verdot e 20 % Cabernet Franc, provenientes das vinhas bio da Tenuta Le Colonne. Fermentado em cubas de aço e depois estagiado alguns meses, às vezes em madeira, ele merece um pequeno desvio curioso !
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2019 Tosco O detalhe que distingue este Bolgheri Superiore 2019 é o seu lote de 70 % Cabernet Sauvignon e 30 % Cabernet Franc, afinado durante pelo menos 24 meses após uma maceração prolongada. Se quiseres um tinto de Bolgheri para tomar o tempo de deixar abrir, este tem tudo para prender a tua atenção.
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2019 Tosco O 70 % Cabernet Sauvignon, 30 % Cabernet Franc, primeiro estagiado em cubas de aço e depois pelo menos 24 meses em madeira: eis o que dá ao Bolgheri Superiore 2019 da Tenuta Le Colonne a sua bela tensão entre fruta fresca e estrutura. A sua agricultura biológica acrescenta uma verdadeira singularidade a este cuvée de Bolgheri.
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2019 Tosco A mistura de 70 % Cabernet Sauvignon e 30 % Cabernet Franc, fermentada em cubas de aço e depois estagiada pelo menos 24 meses em madeira, dá a este 2019 uma verdadeira personalidade. Com a abordagem bio da Tenuta Le Colonne, é um Bolgheri a escolher se quiseres tomar o tempo de o deixar abrir.
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2018 Tosco Este Bolgheri Superiore 2018 aposta no Cabernet Franc, cultivado na Tenuta Meraviglia em solos argilosos pontuados de rochas: fermentação em aço e depois estágio em madeira, para preservar a fruta dando-lhe ao mesmo tempo estrutura. Uma escolha a reter se quiseres descobrir Bolgheri de outra forma que não através dos seus lotes habituais.
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2019 Tosco Este Poggio Landi 2019 joga a carta do Sangiovese Grosso biológico, com uma fermentação em cubas de aço e depois cinco anos de estágio, dos quais dois em madeira: um Brunello a escolher se gostas de tintos estruturados sem perder a frescura da fruta.
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2021 Tosco Em Montalcino, o Sangiovese Grosso dá aqui um Brunello estruturado, mas sem exuberância. Guarda-o para um assado ou caça, e serve-o a 16–18 °C: os seus taninos terão com que responder.
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2021 Tosco Com seus taninos firmes e sua bela frescura, este Brunello 2021 tem o que é preciso para enfrentar a caça — e os queijos bem maturados. Sirva-o entre 16 e 18 °C, com uma pequena passagem pela decanter se você o abrir agora.
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2021 Tosco Um 100 % Sangiovese Grosso da Camigliano feito para a guarda: se você abrir este 2021 desde já, lembre-se bem de decantá-lo duas horas antes para domar seus taninos ao lado de um bom pecorino maturado!
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2019 Tosco Na Camigliano, o Sangiovese Grosso é cultivado em modo biológico, depois fermentado em cubas de aço e longamente macerado antes de pelo menos cinco anos de estágio: este Brunello 2019 não queima etapas. Guarde-o para uma bela ocasião, ou deixe-o esperar na cave, seu potencial de guarda é notável.
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2019 Tosco O que distingue o Poggio Landi 2019 é o seu Sangiovese Grosso cultivado em modo biológico, e depois seu longo estágio em barris de carvalho que faz surgir notas balsâmicas, de tabaco e de chocolate negro. Se você o abrir jovem, deixe-lhe um pouco de ar: sua estrutura tânica merece que se lhe dê tempo para se desdobrar.
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2016 Tosco Na Camigliano, este Brunello 2016 proveniente de Sangiovese Grosso é estagiado pelo menos cinco anos, dos quais dois em barril: o que lhe dá suas notas de couro e de tabaco. Pense em decantá-lo algumas horas, coitadinho curioso, ele precisa de tempo para se abrir!
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2019 Tosco Um 2019 de bela potência para este grande clássico de Montalcino: pense obrigatoriamente em decantá-lo duas boas horas antes para deixar suas notas de sub-bosque e de cereja madura se abrirem diante de um prato de caráter!
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2016 Tosco O detalhe que distingue este Chianti Classico 2016 é a parcela única de Dofana, cultivada em modo biológico perto de Montaperti: fermentação em cubas de aço, depois pelo menos 12 meses de estágio para deixar o Sangiovese falar.
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2016 Tosco O Montaperto 2016 vem de uma única parcela em Montaperto, cultivada em modo biológico e plantada em 100 % Sangiovese; sua fermentação em cubas de aço e depois seus 12 meses de estágio dão-lhe um perfil à parte. Repare também em suas notas de murta e de amora se quiser sair do Chianti Classico batido.
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2019 Tosco 100 % Sangiovese proveniente da agricultura biológica, fermentado em cubas de aço e depois estagiado pelo menos 12 meses: eis um Chianti Classico que aposta francamente em sua casta, com um final que promete reter sua curiosidade.
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2019 Tosco 100 % Sangiovese, cultivado em modo biológico em Castelnuovo Berardenga: este Chianti Classico 2019 vai direto ao coração do terroir de Siena, sem rodeios.
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2020 Tosco A cuvée Petrignano joga a carta do biológico até o fim: fermentação em cubas de aço, depois pelo menos 12 meses de estágio. Um detalhe a ter em mente se você procura um Sangiovese de Chianti Classico de perfil preciso, sem frescuras.
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2021 Tosco O Dievole 2021 é biológico e composto por 90 % de Sangiovese, com um toque de Canaiolo e de Colorino. Sua vinificação em cubas de aço, com maceração sobre as cascas e depois pelo menos 12 meses de estágio, dá-lhe um perfil que aposta na fruta sem abrir mão da estrutura.
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2021 Tosco O detalhe que me intriga na Dievole é o início em cubas de aço com maceração sobre as cascas, antes de pelo menos doze meses de estágio: o 2021 une assim uma vinificação atenta a um discreto toque de baunilha do carvalho.
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2021 Tosco Na Fontodi, este 2021 vem das colinas entre Greve e Panzano, onde a propriedade cultiva em modo biológico no respeito do ciclo natural da vinha. Seu Sangiovese acompanhado de uma pequena parte de castas indígenas dá-lhe um pequeno suplemento de relevo a descobrir.
A Maremma toscana é também uma história de vinhos que enraízam em solos únicos, frequentemente argilosos ou de origem vulcânica, moldados por um clima mediterrâneo influenciado pelo mar. Pense na região de Bolgheri, onde castas como o Cabernet Sauvignon e o Merlot prosperam, dando origem a vinhos reconhecidos como o Bolgheri DOC e o Bolgheri Superiore DOC. Estes vinhos, frequentemente estagiados em barris, pedem um pouco de paciência antes de revelar toda a sua complexidade, harmonizando-se maravilhosamente com as caças ou os pratos cozinhados lentamente da região. É uma viagem gustativa que começa em vinhedos onde a história, como a do Sassicaia, se escreve desde os anos 1940.
Para além das denominações prestigiosas, a Maremma vibra ao ritmo dos vinhos naturais, frequentemente provenientes de pequenas explorações familiares certificadas biológicas e biodinâmicas, como as que se encontram perto de Saturnia ou Pitigliano. Estes vinhos, de fermentação indígena e não filtrados, exprimem a mineralidade do terroir, à imagem das produções da Fattoria La Maliosa. A experiência não termina na degustação: imagine um piquenique ao pôr do sol nas vinhas, a apenas 11 minutos de carro do centro termal de Saturnia. É essa autenticidade, esse vínculo profundo entre a terra, o vinho e a paisagem, que torna a Maremma tão particular.
Tosco Fermentação espontânea em cubas de cimento, depois 12 meses em barricas de carvalho francês: este Cabernet Franc da Tenuta Meraviglia tem um estágio bem preciso, nada banal. Um Bolgheri a observar de perto se quiseres descobrir a casta sob um dialeto afirmado.